quarta-feira, 21 de agosto de 2013
PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA FALOU MAIS QUE A POLÍCIA QUERIA OUVIR DURANTE DEPOIMENTO
Em depoimento ao Grupo de Combate ao Crime Organizado (GCCO), que preside o inquérito da Operação Apocalipse, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Hermínio Coelho (PSD), falou menos do que queria e mais do que a cúpula da Segurança Pública de Rondônia gostaria de ouvir.
Cercado por três delegados da Polícia Civil, o parlamentar esclareceu que não falaria naquele momento por estar em ambiente hostil e por acreditar que a operação foi política. Hermínio exigiu que os delegados colocassem no depoimento que ele responderá a todas as perguntas, se feitas por membros do Ministério Público e Judiciário, na opinião do deputado, órgãos imparciais nesse processo. "Eu não fiquei calado, como a própria polícia fez questão de dizer a alguns veículos de imprensa. Muito pelo contrário, falei o que era preciso ser dito. Não tem como dar crédito a uma operação que colocou meu filho na cadeia por engano e anda grampeando de forma ilegal telefones de adversários políticos do governador Confúcio Moura", disse Hermínio.
Comissionados em ação
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